Wednesday, September 26, 2007

"A Família em Rede" - Capítulo I


Após a leitura do primeiro capítulo do livro "A Família em Rede", percebi que existe uma problemática que o autor, Seymour Papert, reforça especialmente, a de que, nos dias de hoje, a experiência em relação às tecnologias pode não partir dos adultos para as crianças mas, mais provavelmente, das crianças para os adultos.

O autor faz questão de denominar a relação criança-computador como "um caso amoroso". Isto porque, a "cultura" que as crianças hoje trazem para casa, demonstra o controlo que estas já conseguem ter em relação aos seus interesses, gostos e capacidades.

Deste modo, as crianças tornam-se protagonistas em tudo o que o autor defende. Desde bebés, quando este acredita que é no seio familiar que desenvolvem a sua aprendizagem, ao reconhecimento do seu papel, quando entendem que pertencem a uma geração completamente dependente das tecnologias. A meu ver, quer o computador, quer a Internet, participam hoje no funcionamento de qualquer escola como elementos obrigatórios e fundamentais para o desenvolvimento do ensino e evolução do mesmo. Envolta nesta "cultura das crianças", não deixam de existir as preocupações dos pais em relação às consequências desta dependência, como por exemplo, as influências negativas que os jogos podem ter. Tal como acontece na chamada "cultura de aprendizagem", em que também tem que se ter em conta as aprendizagens exteriores, como o autor exemplifica, as culturas da Internet, dos amigos dos filhos e, sobretudo, a cultura da escola.

Além da escola, as tecnologias também conseguem "ensinar" as crianças por elas próprias, o que se verifica quando o autor refere que o seu neto soube colocar um vídeo e -lo a trabalhar, a observação é neste caso um ponto fundamental no desenvolvimento de capacidades, e as crianças melhor que ninguém, mostram-no.

No fundo, ao longo do capítulo I, o autor procura provar que os adultos conseguem tornar-se autónomos em relação às tecnologias, se assim não for, não conseguirão acompanhar as crianças.

Tuesday, September 25, 2007

A primeira aula prática de TEII

Na primeira aula prática de TE II, além de reforçar os objectivos do programa, a professora começou por nos esclarecer qual seria o nosso trabalho de grupo para este semestre. Deu-nos a escolher uma tecnologia entre: weblogs, messenger, hi5/my space, wikis, youtube/flickr/slidshare, e podcasts. Após cada grupo ter seleccionado a tecnologia que pretenderá explorar, a professora esclareceu-nos que teremos que elaborar um relatório sobre a tecnologia em questão, a entregar no início do mês de novembro.
A tecnologia escolhida pelo nosso grupo foram os weblogs, uma vez que consideramos ser aquela com a qual melhor nos familiarizamos para podermos desenvolver e também porque é a mais adequada para aquilo que pretendemos fazer.

Nova etapa - Tecnologias Educativas II



Olá a todos!
Uma vez concluída a cadeira de Tecnologias Educativas I, este ano estamos a dar início à disciplina de Tecnologias Educativas II. Da mesma forma que a primeira, a aula de apresentação consistiu na explicação do programa por parte das professoras Guilhermina Miranda e Joana Viana, das aulas teóricas e práticas, respectivamente.
Como já devem ter reparado, dou assim continuidade ao blog concebido em TE I, tal como continuo com o mesmo objectivo: apresentar as aprendizagens que considerei adquiridas e as reflexões acerca destas. No entanto, um novo objectivo vem completar o anterior. No máximo de duas em duas semanas, irei postar reflexões acerca de um determinado capítulo do livro "A Família em Rede", de Seymour Papert, tal como o programa exige. E, semanalmente, colocarei o post habitual acerca das aulas.
Deste modo, espero poder corresponder novamente às expectativas, tal como no ano anterior, e divertir-me com os trabalhos de grupo dada a dinâmica das aulas práticas.