Monday, October 29, 2007

Relatórios de grupo

Nas duas últimas aulas práticas de Tecnologias Educativas II, eu e o meu grupo preocupámo-nos fundamentalmente em preencher o relatório de grupo referente à tecnologia que estamos a estudar, que por sua vez, representa a terceira parte do trabalho a entregar no dia 5 de Novembro, próxima aula.
Continuámos sem dificuldade em preencher os restantes tópicos, à excepção de um ou outro que acabámos por conseguir encontrar.
O trabalho tem-nos dado bastante entusiasmo na sua elaboração, pois estamos a ter ideias em relação àquilo que queremos fazer e também porque estamos a encontrar informação acerca dos weblogs que desconhecíamos. Contudo, penso que a parte mais fácil de preencher foi a dos "pontos fortes". Isto porque, as vantagens e a utilidade do blog não são surpresa para nós, dado que utilizamos o blog para escrever acerca das novas aprendizagens que adquirimos desde o início da cadeira de Tecnologias Educativas. Tal como estou a fazer neste preciso momento. Como se pretende, procuro escrever no blog sempre que posso e tento transmitir as minhas aprendizagens para poder partilhar com os meus colegas e para que eles possam comentar, se quiserem. É, portanto, esta uma das características essenciais do blog, a partilha de informação e o feedback dessa. Este, para nós, constitui um dos grandes "pontos fortes" do weblog.

Wednesday, October 24, 2007

Weblogs

Continuamos com o entusiasmo inicial de avançarmos com o nosso trabalho. Ao longo da última aula prática, do dia 22/10/2007, começámos a preencher a ficha para o relatório de grupo que teremos de entregar no início do mês de Novembro. A ficha está constituída por diversos tópicos de análise que teremos de desenvolver. Foi-nos disponibilizada então, a ficha com todos os tópicos juntamente com os objectivos específicos para o preenchimento de cada um deles, o que nos auxiliou no começo da sua elaboração. Parece-me, e penso que posso falar pelo grupo, que estamos a conseguir elaborar as tarefas atempadamente, uma vez que, não tivémos dificuldades em encontrar os dados necessários para preencher o que já fizémos na ficha do relatório, pelo menos por enquanto. Parece estar tudo a andar bem.
Ainda na mesma aula, a professora deu a conhecer um novo motor de busca na Internet, o Google Reader. Este funciona como uma caixa de entrada da Internet, lá posso incluir todos os sites ou blogs que eu quiser, nos favoritos. Estes terão que possuir Feeds, os feeds permitem-me ter conhecimento de todos os novos artigos de sites ou blogs sem ter que ir o site ou blog em si. Assim posso acompanhá-los como se estivesse a receber e-mails. O Google Reader permite também verificar quais os blogs portugueses mais lidos, em http://www.marketingdebusca.com/blogs-portugueses-googlereader.html.

"A Família em Rede" - capítulo III


No capítulo III, aborda-se o tema da aprendizagem no mundo das tecnologias, tal como em que circunstâncias é que essa aprendizagem se desenvolve.

Quando um pai entra numa loja cujo nome é "ABACUS, A loja da Aprendizagem", imediatamente a palavra aprendizagem destaca-se. Mas ainda com mais destaque surgem "os títulos mais recentes em software", que hoje em dia aparecem cada vez mais. Tendo em conta a "tradicional" procura entre os produtos "habituais" para as crianças e a "aprendizagem por computador", há que evidenciar as suas diferenças, que o autor fez questão de destacar. São elas, o facto de na primeira existir um contacto próximo, humano e afável e, na segunda, verificar-se uma ligação desumanizada e meramente mercantil.

Posso dizer que no meu ponto de vista, os conteúdos das aplicações multimédia recentes são alvo de grandes críticas pelo facto de abordarem temas superficialmente e de utilizarem a técnica da pergunta, para que a criança responda e seja o computador a dizer se está certo ou errado, esta não beneficia em nada as competências das crianças, como no caso da matemática.
É necessário reflectir acerca de novos modos de abordar a aprendizagem, no entanto, para isso, os pais têm de pensar um pouco acerca das suas aprendizagens e quais as que lhe foram úteis para a sua vida. Apesar de tudo, uma das abordagens da aprendizagem que já verifiquei que é errada é a que faz das crianças "máquinas de resposta", técnica que eu já atrás referi.
Uma abordagem bem sucedida será a "aprendizagem de estilo familiar", feita a partir da cultura. Esta não corre o perigo de provocar desconforto às crianças devido ao desconhecido, a partir de outros, como a aprendizagem escolar.

"A Aprendizagem é facilitada quando é autodirigida", esta citação de Papert, designa o movimento teórico do Construtivismo. A meu ver, por um lado, é positiva relativamente à aprendizagem porque prepara o aluno para aprender em qualquer situação, mas por outro, limita-se à transmissão de conhecimentos de professor para aluno. Por exemplo, na criação de um jogo de vídeo, com esta abordagem, as crianças aprenderão aspectos técnicos, conhecimentos incluídos nos currículos escolares e ampliarão formas de pensamento.

Não posso também deixar de referir a minha concordância com o autor nas suas referências aos exemplos de "mau software". São elas a de que a máquina é activa e a criança não, e a crítica feita às mensagens dos produtos "É tão divertido que o seu filho nem se apercebe que está a aprender". Para mim, as crianças têm que ter absoluta consciência de que estão a aprender e terem gozo nisso. Tirando partido do prazer que as crianças devem ter ao "aprender", penso que posso fazer referência ao "micromundo", direccionado para a linguagem Logo, e que entusiasma as crianças pelo facto destas manipularem o computador enquanto aprendem. Já o "hipermundo", ajuda a construir a capacidade de autodirecção, onde cada um pesquisa o que quer e como quer.

Claro que todas estas possíveis abordagens de aprendizagem através do computador, vão desenvolvendo-o e enriquecendo-o, tornando-o cada vez mais inovador e rápido. No entanto, na minha opinião, prevalece ainda muito mau software que não ajuda ao desenvolvimento de competências nas crianças. Contudo, existem também abordagens bastante positivas no mundo da aprendizagem e são essas que se têm que ter em conta no sistema educativo dos nossos dias.

Monday, October 8, 2007

"A Família em Rede" - capítulo II


Ao longo do capítulo II, foi-me possível verificar qual seria o assunto que Papert se preocupava mais em desenvolver: a tentativa de assumir uma posição no mundo das tecnologias.

O autor denonima dois grupos distintos no seio das tecnologias, "os ciberutópicos" e os "cibercríticos", sendo estes os protagonistas da "multidão de futuristas", a que o autor faz referência. Muito resumidamente, o autor diz que os "ciberutópicos" defendem as tecnologias como fundamentais para uma vida melhor. Já os "cibercríticos", apenas enaltecem a aprendizagem como aspecto indispensável e criticam constantemente as tecnologias fazendo alusão aos seus "terríveis perigos".

Posso dizer que partilho da opinião do autor quando este diz que "na verdade, muitos estão pior com a utilização da tecnologia do que sem ela", no entanto esta afirmação só fará sentido se as tecnologias não forem (bem) utilizadas, para os contextos a que se destinam. Não quero, de todo, ao reforçar esta afirmação, substimar a importância das tecnologias, mas há que saber utilizá-las.

Seymour Papert, preocupa-se sobretudo em revelar a importância das tecnologias no futuro, quer na vida profissional, quer na vida pessoal, maioritariamente no que diz respeito à comunicação com os filhos, "A minha mensagem é de que depende de si, muito mais do que aquilo que poderá pensar, o delinear do seu futuro e do dos seus filhos, no que diz respeito ao computador".

A comprovar o protagonismo das crianças neste mundo das tecnologias, Papert, faz referência a três episódios de aprendizagem: uma em que duas crianças de oito e nove anos de idade, já recorrem ao computador para reforçarem opiniões, outra em que alunos do 4º ano de escolaridade, trabalhando em grupo, desenvolveram um software para poderem estudar a anatomia dos animais. A terceira e última experiência, refere-se a um grupo de alunos do 7º ano que faziam um trabalho sobre "poesia no computador". Uma das alunas, não via qualquer interesse na divisão das palavras por classes gramaticais, como os substantivos ou os verbos. No entanto, após várias experiências e utilização de programas do computador, foi-se apercebendo que devia "ensinar" o computador a utilizar as palavras apropriadas no respectivo contexto. Desta forma, foi ultrapassando as suas dificuldades e melhorou significativamente o seu rendimento escolar. Assim, estas experiências apresentam-se como bons exemplos à importância das tecnologias no campo da educação.

Em contrapartida, existem os educadores chamados de "avestruzes" que, apesar de se mostrarem entusiasmados com o uso dos computadores, "enterram as cabeças" para não compreenderem a mudança que isso implica.

Em todo o capítulo, pude verificar que se aboradavam aspectos muito importantes, contudo, o aspecto que o autor aborda no final, da "fluência tecnológica", é na minha opinião o mais fundamental. Se não se tornarem "fluentes", as crianças não aderem à tecnologia da mesma forma. Os alunos têm de estar preparados a aderirem a qualquer contexto educacional e saberem utilizar a linguagem adequada.

Trabalho de grupo


Na aula prática de hoje, continuámos a desenvolver as pesquisas para o trabalho acerca dos "weblogs".
Com a ajuda do programa http://del.icio.us/, podemos partilhar as nossas pesquisas e também adicionar como "favoritos", outras pesquisas de grupo diferentes que achemos interessantes e também importantes para o desenvolvimento do nosso trabalho.


Deste modo, é mais fácil partilhar informações entre os grupos.

As novas tecnologias no dia-a-dia

Na última aula teórica de Tecnologias Educativas II, do dia 02/10/07, foi-nos solicitado pela professora que preenchêssemos um inquérito acerca da Faculdade, enquanto alunos do curso de Ciências da Educação. O inquérito era referente às unidades curriculares do 2º semestre do 1º ano da licenciatura.
Deste modo, cada aluno contribuiu para que se pudessem analisar estatisticamente todos os dados sobre cada disciplina, docentes e desempenho escolar.
Posso também concluir que, mais uma vez, as novas tecnologias aparecem no nosso dia-a-dia, ainda que indirectamente. Isto porque, se não fossem estas, não seria possível a análise automática destes inquéritos, que é feita através de máquinas. De outro modo, o processo seria muito mais longo e lento.
Assim, todos nós podemos ficar orgulhosos por termos feito parte de um processo que será finalizado pelas "mãos" das novas tecnologias.