
Hoje em dia, frequentemente surge a pergunta se "os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais?". Concordo plenamente com o autor, quando este diz que a verdadeira importância da questão, trata-se do modo como os valores inerentes à educação são conduzidos. No fundo, na minha opinião, são os pais os grandes "condutores" dos valores nas crianças. Apesar dos professores transmitirem saberes e conhecimentos, muitas vezes precisam de transmitir algo mais para despertarem interesse e mesmo confiança nas crianças, valores como a honestidade e precisamente a confiança, devem ser desenvolvidos no seio familiar. Só assim, as crianças poderão crescer num ambiente baseado na segurança, no respeito e no reconhecimento das suas próprias capacidades e competências.
Apesar de se procurar "quem" ou "aquele" que deve educar a criança, é necessário reconhecermos também, que por muitos ensinamentos e valores que lhe sejam transmitidos, é a própria criança que deve acostumar-se a aprender sozinha, com os seus erros. Só depois, deverá reconhecer o erro e estar disposta a aprender a fazer bem e melhor, criando a sua própria vontade se ultrapassar os seus obstáculos e possíveis "enganos". Só assim, existirá o "respeito" de que falei na aprendizagem. Para comprovar o meu pensamento, retirei um excerto de Papert, que reflecte perfeitamente o que acabei de dizer: "O escândalo da educação reside no facto de sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta".
Daqui poderei partir para a "solução construccionista" referida no livro. Esta "solução" consiste no facto de as crianças aprenderem consoante a realidade que as rodeia, isto é, adaptada à informações diárias que lhes são transmitidas. Por exemplo, "as crianças aprendem a pensar em quantidades porque vivem num mundo estruturado pela importância das quantidades". Isto, de facto, é uma realidade, tal como também é real o facto de que o "estímulo" é uma mais valia para o desenvolvimento intelectual da criança. Quando falo em desenvolvimento intelectual, também posso falar de desenvolvimento pessoal, passo a explicar. Fala-se muito dos perigos que vêm com as tecnologias, nomeadamente com o computadores e a Internet, no entanto, os pais não se apercebem que ao dizerem aos seus filhos que não devem visitar este ou aquele site, esquecem-se que as crianças cada vez mais aprendem mais depressa do que eles, e facilmente descobrem formas de os visitar. Talvez se nesta "cultura familiar", houvesse mais veracidade e confiança, as crianças provavelmente, não teriam tanta curiosidade em visitar os sites que os pais denominam de "indesejáveis". Com a leitura deste capítulo, reforcei a minha ideia de que as crianças devem ser estimuladas e o seu valor deve ser sempre reconhecido, só dessa forma se poderá criar um ambiente muito mais propício ao desenvolvimento da criança, onde estas se sintam muito mais valorizadas.
Apesar de se procurar "quem" ou "aquele" que deve educar a criança, é necessário reconhecermos também, que por muitos ensinamentos e valores que lhe sejam transmitidos, é a própria criança que deve acostumar-se a aprender sozinha, com os seus erros. Só depois, deverá reconhecer o erro e estar disposta a aprender a fazer bem e melhor, criando a sua própria vontade se ultrapassar os seus obstáculos e possíveis "enganos". Só assim, existirá o "respeito" de que falei na aprendizagem. Para comprovar o meu pensamento, retirei um excerto de Papert, que reflecte perfeitamente o que acabei de dizer: "O escândalo da educação reside no facto de sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta".
Daqui poderei partir para a "solução construccionista" referida no livro. Esta "solução" consiste no facto de as crianças aprenderem consoante a realidade que as rodeia, isto é, adaptada à informações diárias que lhes são transmitidas. Por exemplo, "as crianças aprendem a pensar em quantidades porque vivem num mundo estruturado pela importância das quantidades". Isto, de facto, é uma realidade, tal como também é real o facto de que o "estímulo" é uma mais valia para o desenvolvimento intelectual da criança. Quando falo em desenvolvimento intelectual, também posso falar de desenvolvimento pessoal, passo a explicar. Fala-se muito dos perigos que vêm com as tecnologias, nomeadamente com o computadores e a Internet, no entanto, os pais não se apercebem que ao dizerem aos seus filhos que não devem visitar este ou aquele site, esquecem-se que as crianças cada vez mais aprendem mais depressa do que eles, e facilmente descobrem formas de os visitar. Talvez se nesta "cultura familiar", houvesse mais veracidade e confiança, as crianças provavelmente, não teriam tanta curiosidade em visitar os sites que os pais denominam de "indesejáveis". Com a leitura deste capítulo, reforcei a minha ideia de que as crianças devem ser estimuladas e o seu valor deve ser sempre reconhecido, só dessa forma se poderá criar um ambiente muito mais propício ao desenvolvimento da criança, onde estas se sintam muito mais valorizadas.
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